A pergunta que sempre observamos é com relação a se a religiosidade da Bruxaria além de um caminho de sabedoria, Arte Sábia, é também um caminho ligado aos princípios de êxtase, e a resposta é afirmativa, pois todo o processo religioso deve ser... Vejam o artigo na integra através do link:
O Conselho é uma Instituição que objetiva a fraternidade entre grupos que buscam interação, cooperação e conservação das crenças anteriores ao cristianismo na Europa, chamadas assim de Crenças da Floresta. Suas bases são o paganismo, o politeísmo, a conservação e resgate de tradições e consequentemente a ancestralidade. O Conselho não visa lucros, sendo assim uma Sociedade de Mistérios e Filantropia.
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terça-feira, 27 de maio de 2014
BRUXARIA TRADICIONAL: Êxtase Espiritual
Segue novo artigo sobre o conceito de Êxtase na Bruxaria.
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quarta-feira, 5 de março de 2014
Paganismo e Rabanetes - Crítica Social
Segue um artigo traduzido e que faz reflexões sobre rituais, sexo entre outras visões polêmicas para quem deseja seguir por religiões pagãs
Síndrome do rabanete
Faz muitos anos, eu tive uma conversa com uma amiga querida,
relacionado com os comunistas e os líderes populistas da história dos últimos
100 anos, as suas falsidades ideológicas, a corrupção e outras "qualidades"
deles... Na época, ela me expôs um exemplo que eu nunca esqueci, porque foi por
muito simbólico e descritivo. Ela disse: "Eles são como rabanetes,
vermelho por fora e branco por dentro“.
O que eu pretendo levantar aqui não está relacionado com a
política em geral ou ideologia comunista em particular, mas irá forçar um
exemplo dado pela minha velha amiga, e extrapolar para o paganismo.
Muitos pagãos são moralmente semelhantes a rabanetes!
Denotando uma filosofia e um corpo de crenças "por fora" e são
completamente diferentes “por dentro", seguindo cegamente a moral da
religião incutida desde a infância e nunca foram capazes de alterar.
Já dissemos que há uma abundância de falsos pagãos de vários
tipos: São a “luz”, há os da corte dos new-age, que fazem a mistura de qualquer
conceito vindo de qualquer lugar, sem profundidade ou seriedade e se fazem de
pessoas “muito espiritualizadas" e "profundamente humanas" por justamente estar buscando harmonia sem compromisso, a tolerância sem
compreensão e fraternidade sem justiça.
Há também os pagãos (falsos pagãos), do tipo “heavy” que circulam
na internet e no mundo intelectual mais ou menos
alternativo e poluem nossas tradições ancestrais com o fascismo, o racismo, a
xenofobia, a homofobia, com o populismo, demagogia, tolerância sobre o crime,
anarquia ou extremismo de qualquer tipo.
E, finalmente, os filocristãos, sempre tentando adicionar ou
incrustar concepções de sua religião nativa às noções básicas do paganismo
antigo. Coisas que normalmente são inconsistentes e cuja fusão eclética as
torna doutrinas obscuras ou totalmente ambíguas, novas "tradições".
Mas estes três grupos já são notórios em sua maior parte,
fáceis de identificar e já discutidos em artigos anteriores neste blog. No
entanto, há "outra classe" pseudo -pagã, que circulam ao redor do
mundo mais ou menos impunes e ainda se atrevem a questionar aqueles que são
autênticos em sua ética e estética , em sua filosofia comportamental e sua
concepção de vida.
Trata-se de pessoas que não carecem de seriedade como os new-
agers, não são neonazistas como os psedo-pagãos nem extremistas nem mesclam
doutrinas cristãs (ou outras crenças ou religiões ) com o verdadeiro paganismo.
Por isso muitas vezes, são respeitados, escrevem livros, dão palestras e ministram
cursos, sem que ninguém questione ou oponha
argumentos contra eles.
Rabanetes! Estas pessoas, no entanto, são como
"rabanetes" na hora de praticar seu “paganismo”, de aplicar a ética
inerente ao mesmo em suas próprias vidas. Eles são como "rabanetes",
quando devem decidir, escolher, contratar e manter uma linha clara de conduta.
Eles são como "rabanetes", por terem adquirido uma 'cor'
impressionante do lado “de fora” , o de uma transgressora religião minoritária,
como é o Paganismo , mas são na verdade de um incolor "branco",
sem graça, em seus núcleos, no fundo de suas mentes e corações.
Essas pessoas são "pagãos" do lado de fora , mas têm
a moral dogmática de um cristão, que lhes foi incutida em sua infância em seu
interior. Eles afirmam ser uma coisa, mas sentem outra. O seu verniz de postura
pagã não passa de rituais, de símbolos que carregam em volta do pescoço ou as
teorias apresentadas em diferentes áreas da comunicação. Mas, em suas vidas, nos acontecimentos diários, ainda fazem o mesmo que seus pais e avós católicos foram
"ensinados" desde crianças, ainda considerando "pecados"
tudo o que é contrário à moralização que foi "injetada" por
sacerdotes e freiras, quando fizeram
o "catecismo" e tomaram a sua "primeira comunhão"
.
Mas essas pessoas, cabe-se explicar, não são falsos ou
hipócritas meramente. Porque não mentem para os outros ou mostram uma máscara falsa
com conhecimento de causa. Eles mentem, antes de tudo, para si mesmos, se olham
no espelho e "enxergam" a cor brilhante e chamativa que eles pintaram
sobre suas vidas e até mesmo se orgulham disso.
O problema deles é que não analisam o seu comportamento e nem
mergulham em seus corações e espíritos, para então constatar que não
mudaram nada. Porque, sim, eles são tão medíocres que não sabem que a medida de
uma religião é sua moral, que o valor de qualquer doutrina ou sistema de
crenças se mede pelo seu comportamento ético e não por dogmas, ritos e
cerimônias simplesmente, por mais importante ou seriamente abordadas que estas
coisas sejam.
Mas o propósito deste editorial, não é fazer uma
denúncia retórica de tais indivíduos, mas sim expor como são as manifestações
mais comuns e hediondas de suas ações, tanto para fazer pensar um pouco sobre
os "rabanetes" como para evitar que pagãos genuínos sejam confundidos
e se tornem mais um entre estas fileiras.
A lista de falsos conceitos morais poderia ser interminável,
mas basta enumerar as mais grosseiras, mais medíocres e lamentáveis . Assim as
coisas ficarão mais claras e saberemos quem usa a "cor" do paganismo
como uma camisa de esportes e o que realmente vive em seus corações.
O mais ridículo de todos os preconceitos extraídos ICAR (igreja
católica apostólica romana), que podemos ver nestes indivíduos, é a homofobia
e, em geral, o ódio ou aversão a qualquer tendência ou preferência sexual alternativa.
Eu sempre me perguntei: Vocês não entendem nada sobre as nossas raízes? Não
sabem que Alexandre, o Grande, era bissexual, que Sócrates era homossexual e
Sappho, a maior poeta da Antiguidade, era lésbica? Vocês realmente se atrevem a
desqualificar personagens desta importância, que temos como nossas referências
e heróis ou apenas são tão medíocres mesmo que não pensam sobre isso? Não sabem
que na Babilônia era um pecado contra a deusa Ishtar permanecer virgem depois
dos 20 anos? Na verdade, eles acreditam que o paganismo é um politeísmo misturado
a moralidade dos "Dez Mandamentos", a Torá ou os Evangelhos!
Mas precisamos esclarecer uma coisa, a verdadeira infâmia
não é acreditarem nisso, já que como pagãos somos abertos e, simplesmente não
temos dogmas morais. Seria até possível que eles se sentissem parte desses
valores e por isso serem chamados então de "pagãos" se não fosse por
uma coisa: julgar os outros com essa moral externa, alheia aos nossos
sentimentos e as tradições mais ilustres das maiores civilizações que a
humanidade já viu.
"Rabanetes" estudem sobre a Grécia, Babilônia e o
Egito antes de desprezam seus irmãos! Não sejam patéticos fingindo uma ética
pagã, já que se exibem tanto como "pagãos" na hora de fazer rituais
ou socializar com os outros!
Outro caso típico é o do aborto e questões sobre controle de
natalidade. Neste aspecto, o Paganismo não tem opinião única sobre o assunto,
mas há um parâmetro claro, algo que ninguém pode desculpar: Pode-se ou não
concordar com o aborto, mas nunca um verdadeiro pagão irá julgar e discriminar ou
muito menos condenar (ou pedir para a condenação), para uma mulher que o tenha
praticado. Pode-se aconselhar alguém a este respeito, como sua consciência dita,
mas prevalece sempre, o conceito de liberdade, responsabilidade pessoal e de
propriedade do próprio corpo, porque todo pagão ou pagã é essencialmente uma pessoa
livre, e considera a mesma liberdade para o resto da humanidade, não apenas
para seus irmãos de fé.
Uma pessoa que ataca ou procura algum tipo de condenação
social, legal ou moral para uma mulher que tenha abortado, não é um pagão, é um
hipócrita que nunca deve sair da ICAR.
Vale o mesmo quando se fala sobre o comportamento sexual em
geral. A maioria dos pagãos aconselhará responsabilidade e dignidade em seu
exercício, mas nunca, em nenhuma circunstância ou pretexto, irá descriminar uma
prostituta ou discriminar alguém por aquilo que fizer com seu próprio corpo,
seja essa pessoa apenas uma infeliz vítima de situações sociais ou alguém que o
fez por seu próprio gosto, não há culpado de nada. Isso porque não há pecado de
"fornicação" ou "desejo" no paganismo.
Nós poderíamos seguir pela questão da igualdade de gênero:
Pode haver algo mais básico que isso na concepção do que é o paganismo? Não
temos nós deuses e deusas iguais (ou, no caso da Wicca, um Deus e uma Deusa
sendo iguais ) ? Como alguém pode se chamar de pagão e ser "machista"
ou "feminista" ?
"Rabanetes" se acreditam que homens e mulheres não
têm naturalmente os mesmos direitos, não são iguais diante da vida e dos deuses
e não deveriam ser tratados como iguais na sociedade, em qualquer situação ou
evento, então sigam com esta ladainha para outra parte e vão chorar na igreja
que os viu crescer desde crianças (porque ainda estão sendo infantis em seu
interior)!
E para esses seres lamentáveis, que acreditam que ter por
nascido com genitália masculina é superior à mulher, proponho um exercício
mental (não tem que contar o resultado para qualquer um): Imagine que você está
na frente de Boudica, a grande rainha dos Iceni... se atreveria a
tratá-la como um ser "inferior" para ser coerente com seus
preconceitos ou se mijariam por estar em sua presença?
O que dizer dos covardes que passam por “civilizados” (fracos,
na realidade) e que julgam como fascistas ou repressores a todos aqueles que pretendem
que a sociedade mantenha o direito (cível e laico, esclarecemos) como um meio
de viver em harmonia, paz e da justiça. Desqualificar aqueles que usam a
violência quando necessário (não por capricho ou sem razão) porque eles têm a
coragem de fazer prevalecer a justiça e a segurança de outros cidadãos, até mesmo
sobre suas próprias vidas.
"Rabanetes” se querem “paz e amor”, se acreditam que os
cárceres ou a justiça penal é “pré-moderno” ou “anti- progressista”, se vocês
gostam de “dar a outra face", saiam do paganismo, porque vocês correm o risco
de se machucar.
O Paganismo não consiste em “carregar a cruz” ou ser mártir
de nada. É um caminho de auto conhecimento (como ditava o Oráculo de Delfos),
auto aperfeiçoamento, se trata da jóia grega ou das Nobres Virtudes de Hávamál, se trata de seguir o Ma'at ( "verdade- justiça" ) e do exercício
da Kalokaghatia ( "união do bem com o belo").
Se você é capaz de se olhar no espelho e tirar o "verniz"
que adquiriu e, penso que eles concordam com isso, fique com a gente... Caso
contrário, deixe-nos em paz e continue com o seu verdadeiro caminho, aquele do
qual nunca saiu, apesar de fingir alguma vez que sim.
Todo mundo pode pensar o que quiser, ter como crença pessoal
o que o seu coração dita, mas somente aqueles que seguem as verdadeiras diretrizes
da ética ancestral, que não é diferente do Humanismo, exceto que, além de tudo,
tem a mais carga do “caminho do guerreiro” podem chamar-se pagãos.
"Rabanetes”, entendam isso!
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quarta-feira, 25 de setembro de 2013
BRUXARIA TRADICIONAL: O Poder da Sedução Bruxa e seus Feitiços
O Poder da Sedução Bruxa
Não creia em pessoas que se dizem bruxas e ficam tentando apaziguar as questões dos impulsos ou paixões, pois a paixão, a
intensidade, o descontrole e caos fazem parte da essência bruxa, lidamos o tempo
todo com os ciclos de vida e morte, de construção e destruição,
convivemos a transmutação e por vezes surfamos pelas ondas do caos, por fim
bruxos são assim, e não será uma filosofia oriental de calma e harmonia que irá
apaziguar essa avalanche de poder, sedução, intensidade e sexualidade. Como diria um grande amigo e sábio "Somos uma força da Natureza!".
Se você conhece um bruxo, não esses de
vitrines, mas bruxos reais, não pode negar o poder de sedução que os mesmos
exercem sobre a humanidade. Líderes, inspiradores, pioneiros, e nas
questões ligadas ao amor são artistas natos, pois veem o amor, a sexualidade como arte a ser esculpida em um clima de muita criatividade e desejo.
E poderia ser diferente? Se você é um
bruxo quantas vezes lhe pediram orientações amorosas? Se você não o é, quantas
vezes procurou consultas, poções ou foi a palestras sobre o tema, e muitos encontram a
solução de seus problemas com apenas meia hora de conversa.
Ah entendi! Você se envolveu com uma bruxa?
Então prepara o coração! Bruxos são independentes, eles têm um norte e esse
norte se chama prazer, não queira colocá-los em gaiolas, não perca tempo
tentando colocar regras ou fazer que eles se sintam culpados por você não
exercer nenhum tipo de domínio sobre eles, pois o resultado sempre é
desastroso!
Bruxos são ardentes, são inquietos, não
são domesticáveis, e seu poder energético sexual esta acima da média, sua mente
é ampla, seus limites inquietantes, suas vontades inexplicáveis! Ah se você não
tiver poder pessoal.... se for daquelas pessoas sem opiniões, sem atitude! Irá
chorar lágrimas de sangue, vai ficar revoltada dizendo a todos que foi usada,
que foi enfeitiçada, que foi a vítima, mas no travesseiro da sua cama, lá no cantinho escuro do seu quarto, vai lembrar
no silêncio os momentos maravilhosos que passou e irá entender que a opção
sempre foi sua, você se permitiu por um pequeno lapso de tempo ser tão livre quanto, de gemer ou uivar para a lua, de fazer coisas malucas, de se embebedar deste vinho suave e estonteante, culparemos a bebida, a insensatez, o dia, o bruxo ou ao nosso próprio corpo por se vencer a esta onda languida e devastadora que aqueceu teu corpo e fez arrepiar a tua pele, negue, julgue, mas o prazer foi real e verdadeiro, e se lamentou? Chore e se desespere, julgue e ofenda, mas entenda! Bruxos não acorrentam, eles libertam, e que pena ha de se sentir de quem teme tal liberdade, pois voltará a fazer as mesmices sem tempero antes da acolhida.
SEXO E PECADO
Bruxos acreditam que se existem algum
pecado é não fazer o que se deseja! O que os seus
impulsos não o levem a nada. Sexo para nós é divino e ao mesmo tempo natural. Fazemos sexo? Sim e muito! Pois para nós é um modo de criar maior intimidade, de estar mais próximo de quem temos empatia ou algo que nos chame a atenção e nem sempre é a questão física, pois bruxos veem além das aparências, e entendem tão bem das questões da carne como do espírito.
Adoramos expandir nossas mentes através dos portais do ser, bem como adoramos uma boa diversão, não achamos quem comeu ou deu, perdeu ou ganhou alguma coisa. Bruxos vivem o dia como se fosse o último dia e devemos convir que há muita beleza e sabedoria nisso!
impulsos não o levem a nada. Sexo para nós é divino e ao mesmo tempo natural. Fazemos sexo? Sim e muito! Pois para nós é um modo de criar maior intimidade, de estar mais próximo de quem temos empatia ou algo que nos chame a atenção e nem sempre é a questão física, pois bruxos veem além das aparências, e entendem tão bem das questões da carne como do espírito.
Adoramos expandir nossas mentes através dos portais do ser, bem como adoramos uma boa diversão, não achamos quem comeu ou deu, perdeu ou ganhou alguma coisa. Bruxos vivem o dia como se fosse o último dia e devemos convir que há muita beleza e sabedoria nisso!
VAMPIRIZAÇÃO ou DOMINAÇÃO?
Existe uma regra muito simples no universo
espiritual, seres de mesmo potencial energético estão em equilíbrio, seres de
potencial menor servem aos de potencial maior, bruxos normalmente possuem
padrões altos de potencial energético, e isto não tem nada haver com feitiços,
é apenas uma lei universal entre os espíritos.A grande maioria das pessoas que se dizem vampirizadas não o foram, elas na verdade não tinham poder pessoal é o que poderíamos dizer de gente "desinteressante". Através do estudo de casos, estas mesmas pessoas continuarão sozinhas por muito tempo, sem um parceiro para culpar, criam um mundo mítico em que o papel de vítima se torna vitalício colocando a culpa em feitiços inexistentes ou influências espirituais que nunca existiram, enriquecendo o bolso dos que fazem "trabalhos de desamarração espiritual".
COMO AUMENTAR SEU POTENCIAL ENERGÉTICO
Nenhum feitiço ira
resolver de forma definitiva esta questão. Quer aumentar seu potencial energético?
Então vá trabalhar! Isso mesmo! Não gaste tempo lendo coisas fúteis ou tendo contato com pessoas superficiais por ai, observe além das palavras, tenha um bom trabalho e se atualize, faça trabalhos sociais, estude sua espiritualidade, se
tem inclinação a Bruxaria procure lugares sérios, com pessoas com tempo de
casa, fuja da mesmice, vá viajar, seja mais integro com o que realmente
acredita e não o que esta na moda, somente isso vai lhe dar, e sobrar, muita
energia para você tocar sua vida e claro se alimente com produtos naturais!
O CONSELHO DE BRUXARIA TRADICIONAL
ADVERTE!
Ficar com bruxas pode causar taquicardia,
insuficiência respiratória e crise de satisfação plena!

Cordialmente,
Ricardo DRaco
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
BRUXARIA TRADICIONAL - Culto ao Pênis/ Falo na Antiguidade
O culto ao falo não é em específico um culto ao patriarcado podendo gerar diversas visões conforme a cultura local, o falo além do símbolo do homem é também o representante do desejo sexual tal como simboliza a prosperidade, fertilidade e proteção.
No Mundo Grego
As primeiras "imagens" do deus Hermes consistiam em montões de pedras, chamados herms, completados por uma pedra maior, que serviam como montes, mais adiante, o herm foi se transformando em um bloco quadrado, com um falo e dois testículos talhados frontalmente.
Entre as suas imagens de culto as mais comuns eram as hermas, colocadas em todas as estradas para delimitar fronteiras ou assinalar distâncias, nas entradas das casas, nas divisões de bairros e nas praças do mercado. As hermas eram pilares quadrangulares com apenas a cabeça do deus esculpida no topo; muitas vezes aparecia também um falo, reforçando sua associação com a fertilidade e seu poder contra o mau-olhado e os espíritos malignos, uma vez que o símbolo da virilidade era também considerado protetor, estando ligado à força guerreira. Heródoto afirmou que as hermas itifálicas eram tão antigas quanto os pelasgos, o povo pré-helênico que ensinara os atenienses a esculpi-las. Pausânias disse que em Eléia a principal imagem de culto de Hermes era um pênis ereto, sobre um pedestal. As hermas também eram comuns nos ginásios, nos estádios e nos hipódromos gregos, além de serem instaladas no Circo Máximo romano. Sua sacralidade era protegida em mistérios que se tornaram parte dos Mistérios da Samotrácia. Era também um dos deuses patronos dos Mistérios de Elêusis, pois era o deus que escoltava Perséfone para o submundo, e a cada primavera a trazia para a superfície.
Devido, possivelmente por que os mastros e montes se encontrassem nas margens das fronteiras, muitos deuses fálicos se transformaram em espíritos guardiões. Todavia existem milhares destas figuras talhadas nas pedras, geralmente colocadas nos campos onde asseguram a fertilidade da colheita e atuam como divindades guardiãs que protegem os campos dos intrusos e dos maus espíritos.
No Mundo Grego
As primeiras "imagens" do deus Hermes consistiam em montões de pedras, chamados herms, completados por uma pedra maior, que serviam como montes, mais adiante, o herm foi se transformando em um bloco quadrado, com um falo e dois testículos talhados frontalmente.
Entre as suas imagens de culto as mais comuns eram as hermas, colocadas em todas as estradas para delimitar fronteiras ou assinalar distâncias, nas entradas das casas, nas divisões de bairros e nas praças do mercado. As hermas eram pilares quadrangulares com apenas a cabeça do deus esculpida no topo; muitas vezes aparecia também um falo, reforçando sua associação com a fertilidade e seu poder contra o mau-olhado e os espíritos malignos, uma vez que o símbolo da virilidade era também considerado protetor, estando ligado à força guerreira. Heródoto afirmou que as hermas itifálicas eram tão antigas quanto os pelasgos, o povo pré-helênico que ensinara os atenienses a esculpi-las. Pausânias disse que em Eléia a principal imagem de culto de Hermes era um pênis ereto, sobre um pedestal. As hermas também eram comuns nos ginásios, nos estádios e nos hipódromos gregos, além de serem instaladas no Circo Máximo romano. Sua sacralidade era protegida em mistérios que se tornaram parte dos Mistérios da Samotrácia. Era também um dos deuses patronos dos Mistérios de Elêusis, pois era o deus que escoltava Perséfone para o submundo, e a cada primavera a trazia para a superfície.
Devido, possivelmente por que os mastros e montes se encontrassem nas margens das fronteiras, muitos deuses fálicos se transformaram em espíritos guardiões. Todavia existem milhares destas figuras talhadas nas pedras, geralmente colocadas nos campos onde asseguram a fertilidade da colheita e atuam como divindades guardiãs que protegem os campos dos intrusos e dos maus espíritos.
A Religiosidade e o Falo
Todas as religiões têm conservado ao menos alguma reminiscência dos cultos fálicos. Os conquistadores e missionários, nas Américas, Ásia e Oceania, substituíram os antigos deuses locais por figuras equivalentes de seus panteões, porém muitos deuses originais sobreviveram a essa usurpação.
Há elementos fálicos nas tradições populares referentes a árvores sagradas, e muitas homenagens sobretudo na Grã Bretanha e Paises do continente Europeu. Em uma carta datada de 30 de Dezembro de 1781 Sir William Hamilton, K.B., ministro de sua majestade na Corte de Nápoles a Sir Joseph Banks, Bart., presidente da Royal Society, fala sobre similitudes entre o Catolicismo e as religiões Pagãs:
A carta fala da devoção popular a Priapus, "divindade obscena" dos antigos. As provas seriam evidentes e disponíveis a qualquer um que visitasse o British Museum.
Segundo Sir Hamilton:
"Mulheres e crianças, em Nápoles e vizinhanças, frequentemente usam nas roupas um tipo de amuleto, que elas imaginam ser protetor contra o mau olhado e encantamentos.
Esses amuletos que têm evidente relação com o Culto de Príapus são normalmente feitos em prata, mas também de marfim, coral, âmbar, cristal e outras gemas...
Na cidade de Isernia, uma das mais antigas do Reino de Nápoles, uma festa celebra, desde 1780, o moderno Príapus, São Cosmo. Sir William chama a atenção para a "indecência da cerimônia!"
No percurso da romaria, falos símiles de cera - os votos, representando as partes masculinas e de vários tamanhos, são publicamente colocados à venda.
No cristianismo, o culto fálico sobreviveu com as figuras dos santos priápicos, quase sempre inventados. Por exemplo, São Guignole, primeiro abade de Landevenec (França), se converteu numa figura fálica por confusão de seu nome com o verbo gignere, gerar. Sua capela se manteve até 1740. As estátuas destes santos apresentavam membros exagerados, que as vezes se ungiam e veneravam separadamente e também eram utilizados para fecundar mulheres que desejavam engravidar.
Há elementos fálicos nas tradições populares referentes a árvores sagradas, e muitas homenagens sobretudo na Grã Bretanha e Paises do continente Europeu. Em uma carta datada de 30 de Dezembro de 1781 Sir William Hamilton, K.B., ministro de sua majestade na Corte de Nápoles a Sir Joseph Banks, Bart., presidente da Royal Society, fala sobre similitudes entre o Catolicismo e as religiões Pagãs:
A carta fala da devoção popular a Priapus, "divindade obscena" dos antigos. As provas seriam evidentes e disponíveis a qualquer um que visitasse o British Museum.
Segundo Sir Hamilton:
"Mulheres e crianças, em Nápoles e vizinhanças, frequentemente usam nas roupas um tipo de amuleto, que elas imaginam ser protetor contra o mau olhado e encantamentos.
Esses amuletos que têm evidente relação com o Culto de Príapus são normalmente feitos em prata, mas também de marfim, coral, âmbar, cristal e outras gemas...
Na cidade de Isernia, uma das mais antigas do Reino de Nápoles, uma festa celebra, desde 1780, o moderno Príapus, São Cosmo. Sir William chama a atenção para a "indecência da cerimônia!"
No percurso da romaria, falos símiles de cera - os votos, representando as partes masculinas e de vários tamanhos, são publicamente colocados à venda.
No cristianismo, o culto fálico sobreviveu com as figuras dos santos priápicos, quase sempre inventados. Por exemplo, São Guignole, primeiro abade de Landevenec (França), se converteu numa figura fálica por confusão de seu nome com o verbo gignere, gerar. Sua capela se manteve até 1740. As estátuas destes santos apresentavam membros exagerados, que as vezes se ungiam e veneravam separadamente e também eram utilizados para fecundar mulheres que desejavam engravidar.
O Culto a Priapo
O culto a Priapo, deus da fertilidade, surgiu por volta do século IV a.C., de onde se difundiu pelo mundo grego e, mais tarde, pelo romano. Ele era representado normalmente com o pênis ereto e enorme, o que lhe conferia um caráter risível.
Deus fálico, ele não tinha a mesma beleza e imponência dos olímpicos, mas ganhou popularidade, pois o consideravam protetor da fecundidade vegetal e animal. Sua imagem (como homem ou somente o falo) era colocada em jardins, dessa maneira, acreditava-se que Priapo seria capaz de afastar malefícios e maus-olhados que pudessem prejudicar a virilidade dos homens e a fertilidade do solo. Para os invasores e ladrões restava o castigo: supersticiosamente, acreditava-se que Priapo puniria com a ausência daquilo que ele representava - fertilidade e potência sexual.
"Para os antigos o desenho do falo servia como amuleto e era colocado em toda parte", disse João Angelo Oliva Neto, professor de Língua e Literatura Latina da Universidade de São Paulo (USP). Tradutor de poesia grega e romana, ele traduziu poemas anônimos sobre Priapo (priapeias) que resultou no livro Falo no Jardim: Priapeia Grega, Priapeia Latina (Ateliê Editorial/Editora da Unicamp).
Segundo João Angelo, diferente dos cristãos e judeus, os gregos e romanos aceitavam um deus engraçado. Assim os poetas se apropriaram do caráter risível de Priapo e fizeram dele um personagem. Esses poemas, portanto, personificam a própria natureza do deus? Zombeteiro e obsceno.
O Culto ao Falo na Tradição Saxônica
Uma grande referência é o Mastro de Maypole, May Pole vem do Inglês e quer dizer Mastro de Maio.
O May pole é um tronco que é utilizado como uma festividade popular no qual se prendem fitas coloridas e simbólicas da celebração e realizam danças em torno do mesmo (geralmente mulheres num sentido e homens no oposto), trançando assim as fitas nele. O mastro torna-se um símbolo masculino (o falo) enquanto a terra é aquela que deve ser fecundada. Durante a dança além da simbologia da mesma os seus praticantes costumam realizar os seus pedidos.
O Culto ao Falo na Tradição Celta
A maior expressão da sexualidade encontramos na festividade de Beltane, é a comemoração dos dias quentes que chegarão, com isso teremos a demonstração do apice da vida, da sexualidade, da prosperidade.
Mas não falaremos apenas do Deus Brilhante (Belenos), mas de Dagda, um deus que possuia um tacape e um caldeirão, alguns estudiosos fazem a ligação com o próprio rito sexual, onde o tacape seria o falo, o mesmo tinha poderes de dar a vida ou a morte e o caldeirão como simbolo de prover a fartura, alimentando os nobres e honrados.
Estes são breves relatos, pois teremos um universo de cultos que dariam um livro e um campo muito amplo de pesquisa, tanto nos campos da mitologia, teologia, costumes populares quanto na arte. Sabendo do passado podemos revelar os costumes do presente e notar que um simples gesto com o dedo, pode também quando observado pelo entendimento do passado um ato não apenas de contradição, mas um ato de proteção! Para os que nos perseguem com seus atos de malevolência um simbolismo ancestral!Cordialmente,
CONSELHO DE BRUXARIA TRADICIONAL NO BRASIL
http://www.bruxariatradicional.com.br
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