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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

BRUXARIA TRADICIONAL: Eu vi duendes eu vi gnomos!

Eu vi duendes eu vi gnomos!

Lembrava de uma música do Tihuana sobre gnomos e duendes, e o que às vezes é tido como motivo de piada, mas para quem adentra no mundo dos elementais, isto é algo comum, não que a gente não se encante com as diferentes formas de espíritos, suas cores, jeitos, singularidades!

Cansei de ver o povo chamar àqueles irmãos bruxos sensitivos de malucos, não sei o que pensar em um mundo onde de tempos em tempos estoura uma guerra por algum interesse e que a mim me parecem mais loucura como qualquer outra identificada pela ciência médica, mas não falo desses, falo de uma espécie que acredito estar em extinção junto da fauna, os bons malucos beleza! Os bruxos de alma, não os esquizotéricos montados para o público do circo da cidade.

Eu vi e vejo muitas belezas do outro lado, cansei de ir a centros espíritas e ver desencarnados sofredores, e se a humanidade já esta perdida nessa realidade, imaginem nas outras! É como comentava com uma amiga que me relatava alguns problemas com projeções astrais e espíritos zombeteiros, ah isso com certeza é humano! Eta raça complicada essa humanidade! Com seus egos a se acharem melhor que tudo o que esta a sua volta, a pensar que estão sozinhos mesmo quando olham a imensidão do Universo.

CANSEI! E fui para o Festival Celta dos Portais da Primavera, rever meus irmãos na Lua Nova! E lá sentado em frente à fogueira, uma fogueira linda com quase 2 metros de altura,
observava as salamandras a se esconderem pelas madeiras que ardiam em brasa, o respirar do dragão do fogo que jogava pulsante as brasas para o céu como fossem vagalumes e inundarem a vastidão negra do céu e se juntarem posteriormente e poeticamente as estrelas, as muitas estrelas que ali estavam.

E como é o Festival Celta da CLÁN Dragones? Quem sabe, quem já foi, sabe o quanto de beleza há, de conhecimento ensinado, quem já foi sente falta, quem nunca foi fica admirado querendo ir a um próximo, mas o poder pessoal é o poder pessoal e ali é o pé que manda, o coração tem que estar livre, a alma leve e a mochila com tudo o que aprendemos do concreto, do racional, deve ser esvaziada para voltar com brilho sábio! Mas que diacho é um brilho sábio? Não sei dizer, mas é como as pessoas se olham depois dos rituais, aquele olhar de paz, aquele brilho no olhar, aquele sorriso, alguns mais sorridentes outros mais sigilosos, mas a gente não pega, não toca, mas sente.

E como é bom ser bruxo, um bruxo não se enterra em livros para parecer mais sábio como tenho visto, tradutores ambulantes egóicos pensando que aquilo que decoram faz a diferença, também não é aquele povo tolo que imita algo que alguém fez e fica lá “viajandando” falando dos caldeirões, da harpa, do selo, do que na verdade não importa e a gente percebe que bruxo é ter o tempero certo, é feliz não para aparentar, sabe? Tem gente que come comida ruim e faz cara de gostoso, bruxo não esconde! Não esta feliz fala logo, quebra o barraco! E quando esta feliz mostra o motivo de estar feliz, mostra a grandeza do abraço, o carinho e o respeito que somente o contato sereno e justo com nossos irmão etéreos nos traz diante de tanta troca!

A Bruxaria Tradicional não é circo, ninguém usa bola vermelha no nariz, ninguém precisa usar tiara, capa ou qualquer tranqueira, até porquê a Bruxaria Tradicional é liberdade, vai além, muito além do entendimento mediano, ela é um sopro no bosque, ela é como o pássaro que repousa em seu ombro, a Bruxaria é o cheiro da terra molhada, é a gratidão abençoada, saudada, e veemente sentida de uma forma vívida.

Eu poderia falar do caldeirão, da cruz de Bríg(a), eu poderia dizer muitas coisas as a quais leigos ririam, ateus contestariam, físicos vislumbrariam, ativistas chorariam de alegria, pseudo entendidos arguementariam e mesmo assim seria pouco, não seria verdadeiro, pois não se caminha com os pés dos outros. E que esta verdade seja dita e perpetuada, sem diabos e demônios, sem santos ou palpiteiros.

Todo dia eu encontro gente com problema, pedindo feitiços e orientações, gente triste e depressiva, mas eu cansei de dar a receita e de mostrar o caminho, hoje eu apenas digo – Olhe para frente e se puder veja a trilha.

Sejam bem vindos a primavera, e que ela chegue com graça, que seja renovadora e traga luzes, cores e alegrias para o seu pote! Que assim seja. 









terça-feira, 21 de agosto de 2012

Bruxaria Tradicional: Fotos do Ritual de Oimelc


Saíram as fotos do Ritual de Bruxaria Tradicional da CLÁN Dragones, clique no link abaixo e acesse as fotos. Venha participar conosco do próximo ritual, venha para o grupo de estudos e conheça o paganismo tradicionalista europeu, um caminho ancestral, nativo e mágico.












Cordialmente,
http://www.bruxariatradicional.com.br 

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Oimelc - Festival de Beleza e Sabedoria


E estamos nós novamente entrando em um novo ciclo, um ciclo de renovação, de beleza, onde as flores irão surgir de um inverno de muita transmutação, acredito ser um momento de grande inspiração, de poesia, de renovação com novos projetos, deixando tudo o que pesava e que já não tinha importância para ser reciclado; doei muitas roupas, vivenciei mudanças radicais, reavaliei projetos e obtive liberdade e independência para que a minha nova caminhada continuasse leve, plena, intensa e alegre. 
Entendendo todos esses processos creio que ... ACESSE O ARTIGO NA INTEGRA AQUI!









sexta-feira, 12 de agosto de 2011

I M B O L C 2011 na Casa Telucama

I M B O L C 2011

                  NOSSO  IMBOLC   DE  2011

A CASA TELUCAMA é um Templo de BRUXARIA TRADICIONAL voltado para a valorização do ser humano, através da iniciação formal, vivências de autoconhecimento, celebrações, cursos, rituais, palestras, que visam levar a viver na BRUXARIA a sua mais pura essência e a reflexão sobre o atual momento da vida, fomentando o despertar da Deusa interior, a sua relação com o mundo enquanto BRUXAS (O), seu sucesso profissional e emocional. 


Vejam as fotos: http://casatelucama.blogspot.com/2011/08/i-m-b-o-l-c-2011.html

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Awen /l\


Awen

Awen é uma palavra galesa (do País de Galês), usada historicamente para descrever a inspiração divina presente na literatura dos bardos atribuída às vezes aos músicos e aos poetas. A primeira referência ao termo ocorre na literatura inglesa em Nennius' Historia Brittonum, um texto em latin datado em 796.

O substantivo feminino, Awen, foi traduzido como 'a inspiração', 'musa', ' gênios' ou transe poético.

'Awen' deriva-se da raiz indo-European * - uel, significando ' fundir ', é a mesma raiz que significa 'brisa de Awel ' da palavra vinda do Galês. Awen é a respiração da inspiração, do vento do espírito, ou da respiração do divino que dá a inspiração. Há uma palavra paralela a ' awen ' no irlandês, 'ai', significando também 'a inspiração poética' que se deriva da mesma raiz antiga.

veja: Jarman, A.o. H ' um guia da literatura Galêsa, Vol. 1, capítulo 1, por Lewis, para uma explanação fácil. também metricamente indo-European de Calvert-Watkins ' e verso em irlandês antigo', para complexo, ou Ford, p.k ' os poetas celtas: canções e contos da Irlanda e de Gales.

O termo é simbolizado por este emblema /|\

Muitos grupos modernos diferentes têm sua própria interpretação do Awen. As três linhas relacionam-se à terra, ao mar e ao ar; corpo, mente e espírito; ou amor, sabedoria e verdade. Diz-se também que o Awen não esta para ser simplesmente uma inspiração, mas para a inspiração da verdade; sem Awen não se pode proclamar a verdade. As três fundações de Awen são a compreensão da verdade, o amor da verdade, e manter da verdade. Os raios estão também para as letras de que todos os outros evoluíram: I, O, e U.

A.F (Abraços Fraternos)
DR (Ricardo DRaco)

terça-feira, 26 de julho de 2011

Oímealg agus Bríd

Oímealg agus Bríd

http://br.groups.yahoo.com/group/arvore_sagrada/message/439

Oímealg é uma das quatro festas sazonais Célticas importantes. A importância de Oímealg está associada ao que a mudança de estações causava nas atividades das tribos Célticas, principalmente o aumento do período da luz do dia e a lactação das ovelhas. 
 
Oímealg é notavelmente associado com a Deusa Brigit (uma deusa Pan-Céltica). Bríd é uma Deusa de fogo, ferreiros, poetas, curandeiros e, principalmente, da economia doméstica e da fertilidade. Por causa de sua associação com a economia doméstica Céltica, ela está fortemente ligada aos animais aos quais as mulheres eram tradicionalmente associadas na sociedade Céltica primitiva. Ela freqüentemente é descrita como sendo acompanhada por uma vaca branca. Seu pai é o Dagda  e sua mãe talvez seja Boind -a vaca branca. Por dominar a festa de Oímealg, ela é associada às ovelhas. É claro que isto fazia com que  a produção de leite fosse uma de suas preocupações principais, e, na Irlanda antiga, a produção de leite estava quase exclusivamente associada às mulheres. 
 

Tradições 

 
Limpeza: Uma etimologia folclórica para o nome da festa Imbolc é "Im-fholc", que quer dizer "eu me lavo.” A idéia é uma limpeza ritualística pela água, que ajudará a libertar o participante das energias do inverno, ou geamhra
 
Símbolos: A criação do crosóga e a Brídeóg. Estes serão usados em procissões e no ritual como símbolos primitivos da Deusa, como a fonte de aumento. 
 
Bênçãos: A carga psíquica de um talismã, um Brat Bríde ou Crosóg, para ser usado no futuro. 

Pronúncia

Oímealg [i:m´elg] (Irlandês Moderno)
Oímealc [i:m´elg] (Irlandês Antigo)
Imbolc [imolg] “ímolg”
Para Convidar a Deusa para sua Casa:
A Bhíd, tar isteach – tá céad míle fáilte romhat!
Pronúncia: [@ vri:d´ tar is´t´@X ta: ked mi:l@ fa:lt´@ row@t]
Tradução: Ó Brighit, entre (em minha casa), seja muito bem-vinda.

Poemas

A Promessa da Deusa Brigit em seu Dia

Gach ‘re lá go maith         [gax re la: g@ ma]             todo segundo dia será bom
Óm lá-se amach                [o:m la:s@ @max]            do meu dia em diante
Agus leath mo lae féinig   [ag@s le: m@ læ he:nig]   e a metade do meu proprio dia
Brigit búadach,       [bri:d´ bu:aD@x]           Brigit a vitoriosa
Búaid na fine,         [bu:aD´ na fin´@]          Vitoria da Familia
Siur ríg nime,          [s´ur r´i:y n´im´e]           Irmã do Rei do Ceu
Nár in duine,           [na:r in´dun´e]                 Mulher Nobre
Eslind luige,            [e´l´inD´ luy´e]               Juramento Perigoso
Lethan breo.            [leTan b´r´o:]                  Chama Larga
Ro-siacht noíbnem, [ros´iaxt ni:vn´e~w]        Ela chegou no céu sagrado
Mumme Goídel,      [mume yi:D´el´]              A Mãe adotiva dos gaélicos
Riar na n-oíged,       [riar nan i:yeD´]              Provedora dos convidados
Oíbel ecnai,              [i:vel´ eg´nai]                  Sorriso da Sabedoria
Ingen Dubthaig,       [In´y´en´DuvTaig]           A Filha de Dubhthach
Duine úallach,          [dun´e u:llax]                   pessoa orgulhosa
Brigit búadach,         [bri:d´bu:aD@x]              Brigit vitoriosa
Bethad beo.               [b´eTaD b´o]                    sustenção da vida

Fonte: Artigo utilizado no Grupo de Estudos da CLÁN
Referência ao autor Bellovesos