sexta-feira, 9 de março de 2012

Descobertos 500 Contos de Fadas

São príncipes e princesas, animais falantes, heróis e bruxas más prontos a entrar no imaginário. São as histórias nunca antes publicadas.

Diana Martins (www.expresso.pt)
 
Uma coleção de 500 contos de fadas do século XIX foi descoberta na Alemanha. Os escritos são do historiador Franz Xaver Von Schönwerth e estavam "perdidos" num arquivo da cidade de Regensburg, na Baviera, há cerca de 150 anos. Alguns foram publicados no ano passado, mas muitos ainda se mantêm inéditos.
Todo um novo mundo de príncipes corajosos, donzelas em apuros, animais mágicos e bruxas más veio agora à luz do dia com a descoberta de uma coleção de mitos, lendas e histórias compiladas por Franz Xaver Von Schönwerth, entre 1810 e 1886, por volta da mesma época em os irmãos Grimm colecionavam contos de fadas que ainda fazem as delícias de pequenos e graúdos.
Quando se pensava que nada haveria a acrescentar aos tradicionais contos infantis, como Cinderela ou o Gato das Botas, eis que a fantasia surpreende. Von Schönwerth terá passado várias décadas a questionar as populações rurais sobre os seus hábitos, tradições, costumes e histórias, registando em papel o que até então fazia apenas parte da cultura oral.
O historiador alemão reuniu o que apurou na sua pesquisa num livro intitulado "Aus der Oberpfalz - Sitten und Sagen" ("Da região de Oberpfalz - Costumes e Lendas", tradução livre). A obra chegou a ser publicada na época, mas nunca alcançou qualquer tipo de notoriedade, caindo no esquecimento.
Agora, a fundadora da sociedade Franz Xaver Von Schönwerth, Erika Eichenseer, decidiu publicar o trabalho do historiador e trazer a público muitas histórias nunca antes contadas.
De acordo com a investigadora alemã, Von Schönwerth distingue-se dos irmãos Grimm pelo fato de ter mantido as histórias bastante fiéis às versões que ouviu.
"Não há romanticismo ou uma tentativa por parte de Schönwerth em interpretar aquilo que ouviu e em desenvolver um estilo próprio", explica Erika Eichenseer ao jornal britânico "The Guardian".
No ano passado, Eichenseer publicou, em língua alemã, parte dos contos do historiador, num livro intitulado "Prinz Roßzwifl", uma expressão local alemã para designar besouro. A investigadora está agora ansiosa para que a obra seja traduzida para inglês e os contos sejam reconhecidos internacionalmente.   

 

quinta-feira, 8 de março de 2012

Estudos Célticos - Harvard Celtic Colloquium 2012

Harvard Celtic Colloquium 2012 - Call for papers

Está aberto o chamado de trabalhos para o 2012 Harvard Celtic Colloquium. As propostas de trabalhos que se podem presentear-se ao 32º Colóquio Anual organizado pelo departamento de Estudos Célticos da Univ. de Harvard, estarão dedicadas a qualquer dos temas que se relacionam diretamente com o âmbito dos Estudos Célticos nas suas distintas polas (línguas e literaturas celtas -em qualquer das suas fase temporárias, temas de estudos culturais, históricos ou sociais, perspetivas teóricas, etc.), as propostas de tipo interdisciplinar também serão bem recebidas. A participação é gratuita.

O 32 Anual Celtic Colloquium, terá lugar na Universidade de Harvard, entre outubro 5-7, 2012. As apresentações devem ter mais de vinte minutos. Haverá um período breve discussão após cada palestra. Trabalhos apresentados no Colóquio podem ser posteriormente submetidos à apreciação pela comissão editorial para publicação nos Anais do Colóquio.

Os candidatos devem enviar um resumo de 200-250 palavras em Inglês, além de um breve esboço biográfico. As propostas devem ser enviadas por e-mail aos organizadores da conferência, por fax ou postado para o endereço do departamento; prega-se enviarem uma cópia formato Word ou RTF.

Mais informação disponível em breve no website do Colóquio.
Fonte: http://www.hcc.fas.harvard.edu/

segunda-feira, 5 de março de 2012

BRUXARIA TRADICIONAL: Entre o Eu e o Ego


Entre o Eu e o Ego


Inimigo de nós mesmos...


Eu gostaria de me sentir sempre feliz! E quem não gostaria? Gostaria de sentir dentro de mim aquele sentimento de plenitude que experimento quando me sinto imensamente grata por aquilo que estou recebendo. Quando recebo amor, carinho, conforto, quando tenho paz em meu coração! É assim que gostaria de me sentir, sempre. No entanto, a vida é cheia de paradoxos, e nós sabemos que não podemos estar sempre cem por cento felizes, pois no dia-a-dia muitas vezes choramos de tristeza, sentimos dor pela falta de amor, pela falta de alimento e de conforto.



Nossa existência nos leva a experimentar a tristeza para que possamos reconhecer a felicidade. Sim, creio que precisamos do preto para reconhecer o branco, precisamos da fome para reconhecer a saciedade, precisamos da carência afetiva para reconhecer a felicidade de amar. Mas somos gratos por aquilo que recebemos? Bem, essa é outra historia! Normalmente nos esquecemos de agradecer por aquilo de bom que recebemos, mas nos queixamos, sim, nos

queixamos muito por aquilo que não temos. De manhã, quando abrimos os olhos, nos lembramos de agradecer pela vida? Normalmente o Eu interior agradece, mas o Ego não. Sabem o por quê? O Ego é o outro eu, ou seja, é um eu imaginário, criado à imagem e semelhança dos outros!

O Ego se espelha nos outros, pois é criado em nós pelo ambiente, pela sociedade em que vivemos, pela mãe e pelos parentes que nos rodearam quando crianças. É através dessas pessoas que construímos o Ego. São eles, aqueles que nos rodeiam, que permeiam nossa mente de modelos para nos servirem de espelho. O Ego nos é útil, faz parte de nossa personalidade e não podemos prescindir dele, pois vivemos numa sociedade e precisamos estar inseridos nela, nos espelhando e nos adequando a ela. Por exemplo, vamos trabalhar de manhã e nos vestimos de acordo com as regras desta sociedade. Se vivemos no Brasil ou noutro país ocidental, estaremos vestindo um terno (os homens) uma roupa discreta e elegante (as mulheres) e nos sentiremos assim inseridos no contexto. Se vivemos num país oriental, estaremos nos vestindo de outra forma, nos comportando de outra forma, de acordo com outras regras, não é mesmo? Não são somente as regras de vestir, mas todo nosso comportamento é moldado e resulta no nosso Ego. Assim, pouco a pouco, ao crescermos, construímos em nós uma identidade, como se fosse um outro Eu. E acabamos acreditando ser esse nosso verdadeiro Eu! Mas o Eu interior, aquele que é alimentado pela centelha divina dentro de nós, este é diferente, único, não precisa de espelho, não precisa de regras. O Eu está sempre feliz!



Por essa razão, podemos fazer essa constatação: o Eu não sofre, quem sofre é o Ego. Vamos fazer um exercício: quando experimentarmos algo ruim, uma dor, por exemplo, vamos nos perguntar: é o Eu que está sofrendo ou é o ego? Creio que o Eu sofre ao ver outro ser humano sofrer e então sente aquela dor como sua e corre para aliviar o sofrimento alheio. A isso chamamos de solidariedade. O Ego, por sua vez, sofre porque vê outro ser humano ‘ter’ algo que ele não tem. O Ego sofre mais que o Eu e se aprendermos a reconhecer essa dor, esse sofrimento, se aprendermos a fazer essa diferença então viveremos mais serenos.


Muitas pessoas vivem sua vida somente movidas pelo Ego, podem desenvolver de maneira rudimentar o Eu somente para se tornar ‘chefes de manada’, melhores dentro de sua espécie, mas dificilmente desenvolvem a Consciência do Eu Interior.Quem busca o Conhecimento está desenvolvendo o Eu Interior, portanto está em busca da Identidade amadurecida. Assim, quando queremos ‘parar de sofrer’ devemos fazer a diferença entre o sofrimento do Ego e o sofrimento do Eu. Reconhecer essa diferença nos fará viver melhor, creiam-me! O Ego é um presente, pois pode tomar todo o sofrimento para si e deixar que nosso espírito use essa experiência para o crescimento! Saber reconhecer a diferença de qual das identidades está a sofrer nos possibilita viver em Paz, aceitar o sofrimento como experiência necessária para o crescimento, nos torna mais serenos, alivia imediatamente a dor. No momento em que reconhecermos essa diferença a Luz interior estará nos ajudando e aliviará nosso sofrimento. 




Cordialmente,

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Conselho de Bruxaria Tradicional: O que é Romuva?

O que é Romuva?


Romuva é o nome que hoje se dá a religião pré cristã dos Países Bálticos: Lituânia, Letônia, Estônia, Bielo Rússia. Digo que Romuva hoje é o nome dado, pois não havia um nome específico para se classificar a religião Báltica. Ela é inerente a terra, assim como a natureza e a fé humana.

Os primeiros indícios do culto às divindades bálticas  remota a Idade do Bronze, nesse início a civilização não sentiu a necessidade de nomear sua fé.

Em 532 um grande sacerdote prussiano Krivis Brutenis anunciou os mandamentos da fé, oficializando os costumes e estabelecendo sua casa de culto (Casa dos Deuses) em um local chamado Romuva, onde um grande carvalho, que é o símbolo da religião, cresceu. Dentro dele havia uma estátua de Dievas e de Perkunas. Em frente a estátua de Perkunas  uma chama sagrada queimava incessantemente.

Com a invasão cristã no século XIV e depois com a invasão russa, o culto antigo se restringiu apenas às regiões mais afastadas dos grandes centros. Foi nos últimos 200 anos que a religião antiga experimentou um apogeu. E em 1992 a Lituânia livre finalmente legalizou e registrou a Religião Báltica Ancestral.

A Romuva está totalmente ligada a vida das pessoas. Os festivais são comemorados com toda a família presente. Nos festivais de Verão e Primavera há diversas atividades para as crianças tais como: gincanas e artesanatos que são realizadas somente naquele determinado festival e ligadas as divindades.
Nascimentos, casamentos e funerais são considerados os momentos mais importantes para aqueles que cultuam a Romuva. Para esses momentos há rituais, canções e vestimentas específicas.
As principais divindades são: Dievas, Deus; Perkunas, Deus do Trovão; Saulé, Deusa do Sol; Zemyna, Deusa da Terra e Mãe de todos nós; Gabija, Deusa do Fogo; Laima, Deusa do Destino, entre outros.

As principais doutrinas da Romuva são: o mundo é vivo, o Sol é vivo, assim como as árvores, as rochas, a água, e etc; O mundo é harmonioso, mas essa harmonia não é regular, as vezes enfraquece e desaparece, porém isto é temporário, importante para que a vida continue; Honrar os Deuses e Deusas. As divindades são associadas à natureza e tem seus lugares de culto; O mundo é eterno e esta continuamente em criação através dos eternos poderes divinos; A Regra de Ouro, ou seja, um dos aspectos mais importantes, ensina que devemos fazer com as coisas vivas o que queremos que façam conosco.
Somos agradecidos aos nossos ancestrais pela nossa existência, nossa língua, nosso lar. A morte faz parte da natureza; A natureza é sagrada e o sagrado é a característica mais perfeita da vida e une a tudo. Acima de tudo devemos amar, respeitar e proteger a Terra.

Esse foi apenas um resumo das principais características da Romuva. No próximo artigo escreverei sobre como a Romuva se manteve viva até hoje.

Abraços Fraternos,
Erika Audra



Cordialmente,
CONSELHO DE BRUXARIA TRADICIONAL NO BRASIL
http://www.bruxariatradicional.com.br

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

BRUXARIA TRADICIONAL - Crenças da Fé Eslava

Estamos recebendo grandes manifestações Religiosas da Antiguidade e a ligação com a terra, com a ancestralidade, com os deuses e toda essa ligação que une o bicho homem às manifestações pagãs, da Antiga Religião tendo por visão o culto às divindades e o agregado mágico humano. Um bruxo é uno com as forças da Natureza, com os Ciclos, então em nossa concepção um Bruxo é fluídico e pleno, mas não indomado, pois quando se mergulha nesta fé não existem egôs, não existem dúvidas, não existe a ambição, apenas um estado pleno de saber que ser ou não ser em nada importa para quem caminha por esta peregrinação tão serena e sábia.


Crenças da Fé Eslava

Nós acreditamos em Deuses eslavos, acreditamos na bondade, sabedoria e beleza escondida sob seus rostos; os Deuses eslavos são fontes de poder, vida e felicidade, a crença em nossos Deuses é a herança que nós preservamos.


Os Deuses eslavos, são adorados por milênios, representam as imagens mais bonitas do poder divino e a mais próxima de nossos corações. Os Deuses criaram uma hierarquia multipessoal, uma ordem mutuamente complementar, a ordem que emergiu do caos.

Acreditamos que os Deuses dão sentido à nossa existência, nós acreditamos que eles protegem as ações de nossos ancestrais, nossas ações, de nossos filhos e netos para nunca serem esquecidas; as coisas mais valiosas serão repassadas e continuará a existir no eterno ciclo de reviver da vida.

Assumimos que a morte de um homem termina em determinada fase, essa é a condição da transformação de uma nova forma de existência; Os nobres e persistentes serão recompensados com a entrada em níveis continuamente mais elevados da existência, mais consciente, mais significativo e mais próximo aos Deuses.

O conhecimento da humanidade não atingiu um nível que permita determinar a essência do universo, mas estamos conscientes de seu crescimento constante, agora podemos nos tornar uma parte desse crescimento, progresso permanente enche nossa vida de significado e dota-nos com fé na sobrevivência de nossas ações.

Nós praticamos duras regras éticas, vivemos de forma adequada, honesta e nobre. Condenamos a preguiça, covardia imprudência e hipocrisia, o mais perverso para nós é a traição.

Somos inimigos da maldade e acima de tudo, condenamos a falta de vontade para superá-la. Propagamos o há de melhor em nós, carregamos a responsabilidade por nossas ações, crescemos e criamos, pois este é o nosso destino.

Somos defensores de nossos valores, de nossa família e da nossa comunidade, defendemos o direito de viver em nosso próprio território, defendemos o espaço da nossa civilização, este dever decorre das leis mais óbvias da natureza.

Nossos rituais concentram seguir o ritmo da natureza, na busca de sabedoria nas leis da natureza e nos direitos divinos presentes nele. Nossos rituais cultivam a relação com a nossa comunidade étnica e espiritual, orações e refeições comuns, homenagem aos nossos antepassados, homenagem aos nossos deuses, buscamos trazer manter o significado para nossas antigas festas nativas.

Acreditamos na razão, a fonte de cognição humana, nós acreditamos em nosso poder, a razão para a mudança constante, acreditamos na alma, o elemento divino do homem.
Nossa comunidade nos rodeia com apoio e ajuda, buscando trazer para fora o que há de mais valioso em nossas almas, as únicas coisas que valem à pena.

A cruz gamada, um triskelion, um círculo e uma cruz, mesmo armado são os símbolos da fé eslava, os símbolos de codificação do conhecimento sobre a ordem do universo.
Fama aos Deuses, Memória aos antepassados!

http://www.slowianskawiara.pl/relacje/wyznanieserbia.html
Tradução e adaptação: Lua Eslava



Cordialmente,
CONSELHO DE BRUXARIA TRADICIONAL NO BRASIL
http://www.bruxariatradicional.com.br

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Declaração do Congresso Mundial de Religiões Étnicas

Mais um excelente artigo sobre a Declaração do Congresso Mundial de Religiões Étnicas. Repasso com grande carinho, pois é uma das bases que nós conselheiros buscamos, a preservação, o respeito e a luz do entendimento para que um dia tenhamos um movimento mais voltado a sabedoria, construindo belas iniciativas e muitas pontes ao invés de muros.

Ricardo DRaco



Espero que essa declaração lembre a todos nossa origem. Nós honramos os Deuses e Deusas temos uma obrigação a mais por estarmos mais próximos da Natureza e da crença de viver em harmonia com o Todo.
Aqueles que tem agido sob o disfarce de pagãos, mas que na verdade se unem ao preconceito e dão razão àqueles que rechaçam nosso culto, nossa religião, nossa herança, estão envolvidos na teia do inconsciente coletivo que afasta os cegos da Origem.

Erika Audra

 





Declaração da WCER - World Congress of Ethnic Religions - Congresso Mundial de Religiões Étnicas


Nós, delegados do Congresso Mundial de Religiões Étnicas ocorrido em Vilna, Lituânia, de 20 a 24 de junho de 1998, nos reunimos para expressar nossa solidariedade pelas etnias, indigenas, nativas ou religiões tradicionais da Europa e de outras regiões do mundo.
Todas as culturas, assim como as religiões nativas e fés devem ter valores e respeitos iguais. Cada região e cada povo tem suas tradições locais distintas (fé nativa, visão de mundo, mitologia, folclore, etc), onde articulam seu amor por sua terra, e história, e o cultivo da estima pela sacralidade da vida e a divindade da Natureza.
Assim como a Natureza sobrevive através da diversidade das espécies, também a humanidade pode ser permitida a desenvolver livremente e sem interferir nas diferentes expressões culturais.
De acordo com nossa tradição ancestral étnica, a Terra e toda a criação deve ser protegida e valorizada. Nós como seres humanos devemos achar nosso lugar dentro da teia de toda a vida, não fora ou separados de toda a criação.
Nós compartilhamos um entendimento comum de nossa posição no mundo baseado na nossa experiência histórica em comum de opressão e intolerância.
As Religiões Étnicas e/ou Pagãs tem sofrido grande injúria e destruição de religiões que reclamam para si a posse da verdade.
Nosso desejo sincero é viver em paz e harmonia, e nos esforçar para que aja uma cooperação entre os seguidores de todas as religiões, fés e crenças.
Nós acreditamos na aurora da nova era, na liberdade individual e intelectual e que a troca global de visões e informações nos dá a oportunidade de começar novamente. De retornar a nossa própria origem nativa espiritual e reclamar nossa herança religiosa.
Somos adoradores da Natureza assim como a maioria dos seres humanos foi durante a maior parte da história humana.
As verdadeiras religiões indígenas nos mostram amor e respeito por tudo que vemos e sentimos a nossa volta, nos ensina a aceitar todas as formas de culto que enfatizam a sinceridade de coração, pensamentos puros e conduta nobre em todos os momentos de nossas vidas, através de nossa existência.
Deixe nos ser orgulhosos do renascimento de nossas religiões étnicas. Nosso Novo Universalismo induz as pessoas a não permanecer fechados em muros de ódio e ressentimento dos que vivem fora desses muros.
Deixe nos quebrar esses muros e expandir o horizonte e a visão de toda a humanidade.
Estabelecemos o Congresso Mundial de Religiões Étnicas para ajudar todos os grupos religiosos étnicos a sobreviver e cooperar entre si.
Nosso lema é: Unidade na Diversidade.


Oyvind S. Arnesen(Noruega); Bans Berghamans(Bélgica); Janis Brikmanis(Letônia); Denis Dornoy(França); Audrius Dundzila(USA); Anvind Ghosh(India); Marten Grolsted(Dinamarca); Surinder P. Attri(India); VAdim Kazakov(Rússia); Stefan Kluge(Alemanha); Todor Kashkurevich(Bielo Rússia); Koenraad Logghe(Bélgica); Giuseppe Maiello(República Tcheca); Halina Lozko(Ucrânia); Geza V.Nemenyi(Alemanha); Stashko Potrshebovski(Polônia); Vlasis Rassias (Grécia); Rajinder Sigh (India); Nikolaj Speranskij(Rússia); Michael Strmiska(USA); Jonas Trinkunas(Lituânia); Lila Wiberg(Suécia) Cartin Wildgrube(Alemanha).

Vilnas, Lituânia - 23 de Junho de 1998.



Abraços Fraternos,

Conselheiro do CBT (Conselho de Bruxaria Tradicional)